
O cantor e ator sul-coreano Cha Eun-woo, integrante do grupo ASTRO, está sendo investigado pela Receita Federal de Seul por suspeita de sonegação fiscal. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (22) pelo portal Edaily e repercutiu entre fãs de K-pop e entretenimento asiático.
Segundo a reportagem, as autoridades fiscais analisam uma possível cobrança adicional superior a 20 bilhões de won, o que equivale a mais de R$ 70 milhões. O valor envolve imposto de renda e outros tributos.
Por que Cha Eun-woo está sendo investigado?
De acordo com o Serviço Nacional de Impostos, a investigação não está ligada diretamente à carreira artística do cantor. O foco, neste momento, é a estrutura usada para declarar seus rendimentos.
Ainda conforme a apuração, Cha Eun-woo teria atuado por meio de uma empresa familiar registrada em nome de sua mãe. Essa empresa teria firmado contratos paralelos aos acordos feitos com a agência Fantagio. Para o órgão fiscal, essa divisão de rendimentos pode ter reduzido o valor dos impostos pagos.
Por isso, a Receita avalia se a empresa familiar prestava serviços reais ou se funcionava apenas como uma empresa de fachada.
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O que diz a Fantagio
Após a repercussão do caso, a Fantagio divulgou um comunicado oficial. A agência afirmou que não houve notificação definitiva nem conclusão do processo até o momento.
“A questão central é se a empresa constituída pela mãe de Cha Eun-woo se enquadra como entidade sujeita à tributação. Vamos esclarecer o caso conforme os procedimentos legais”, informou a empresa.
Além disso, a Fantagio destacou que o artista e seus representantes fiscais irão cooperar integralmente com as autoridades. A agência reforçou ainda que Cha Eun-woo seguirá cumprindo todas as obrigações legais e tributárias.
Situação atual do artista
Atualmente, Cha Eun-woo cumpre o serviço militar obrigatório na Banda Militar do Exército da Coreia do Sul. Ele iniciou o alistamento em julho do ano passado. A previsão de dispensa é 27 de janeiro de 2027.
Até o momento, a investigação segue em andamento. As autoridades ainda não divulgaram uma decisão final sobre o caso.