A RODA GIGANTE DOS 365 DIAS: Os altos e baixos, mas a esperança sempre

A vida pode ser compreendida como uma grande roda gigante que completa seus giros ao longo de 365 dias. Em cada volta, experimentamos emoções, conquistas, perdas, silêncios e recomeços. Nem sempre estamos no alto; nem sempre permanecemos embaixo; as vezes ficamos pelo meio do giro. O que muitos esquecem é que a roda não foi feita para parar, tampouco para nos manter presos a um único ponto. Ela existe para girar. E é nesse movimento contínuo que a esperança encontra espaço para existir.

“A vida é uma roda gigante de 365 dias: nem sempre estamos no alto, nem sempre estamos embaixo. Aprecie a vista lá de cima e confie no movimento lá de baixo.” Essa frase resume uma verdade simples e profunda: tudo passa. O alto encanta, mas é passageiro. O baixo dói, mas também não é definitivo. A maturidade está em compreender o ritmo da vida, respeitar cada fase e extrair sentido de cada posição ocupada ao longo do percurso.

A analogia da roda gigante se torna ainda mais poderosa quando observamos seus três estágios. O primeiro é o ponto mais baixo, o momento do embarque. É ali que muitos chegam cansados, feridos, desacreditados ou inseguros. É o início de um ciclo. O chão ainda está próximo, o medo ainda é real, e a visão é limitada. Esse estágio representa aqueles períodos da vida em que somos obrigados a recomeçar: após uma perda, um fracasso, uma decepção ou uma grande mudança. Não é confortável, mas é necessário. Ninguém embarca no alto. Todo novo ciclo começa de baixo.

No segundo estágio, a roda começa a subir. É o meio do caminho. Aqui mora o aprendizado. Ainda não se alcançou o topo, mas já se deixou o chão para trás. É uma fase de esforço, adaptação e crescimento. Muitas vezes, o cansaço aparece nesse ponto, pois o resultado ainda não é visível, e a subida exige constância. É nesse trecho que a vida ensina. Ensina paciência, disciplina, resiliência e humildade. “Na roda gigante da vida, os altos e baixos são inevitáveis. O segredo não é parar de girar, mas aprender a equilibrar-se em cada volta.” Quem desiste nesse meio do caminho nunca descobre o que poderia ter aprendido e, muito menos, até onde poderia ter chegado.

O terceiro estágio é o topo. O ponto mais alto da roda não representa apenas conquista, sucesso ou vitória. Representa, sobretudo, consciência. É o lugar de quem soube aprender com o caminho, reconhecer limites e valorizar cada passo dado. Estar no topo não é gritar mais alto; é enxergar mais longe. É compreender que a vista privilegiada só existe porque houve coragem para embarcar e persistência para subir. O topo exige humildade, porque quem entende o movimento da roda sabe que ali também não é definitivo. “O cume é temporário, assim como a depressão. A dor e a alegria não são definitivas; a roda gigante da vida não dá tempo para lamentações.”

Essa consciência nos protege da arrogância nos momentos de glória e do desespero nos momentos de queda. Afinal, a vida é uma eterna roda gigante, cheia de surpresas. Quem está perdendo hoje pode vencer amanhã. Deixe a roda girar. A esperança nasce exatamente dessa certeza: o movimento continua. Mesmo quando tudo parece parado, por dentro a roda segue seu curso.

Ao longo dos 365 dias, enfrentamos ciclos que nos desafiam a reavaliar metas, curar feridas e ajustar rotas. “A cada giro dos 365 dias, temos a chance de refazer metas, curar feridas e aproveitar a jornada com a esperança renovada.” O tempo não nos oferece garantias, mas nos concede oportunidades. Cabe a cada um decidir se vai resistir ao movimento ou confiar nele.

Quando a vida nos leva para baixo, a esperança precisa ser lembrada como uma decisão, não apenas como um sentimento. “Mesmo quando a roda gigante te levar para baixo, lembre-se: ela foi feita para subir novamente.” O fundo não é o fim; é parte do trajeto. É ali que o caráter é testado, que a fé é fortalecida e que a essência é revelada. Quem aprende a atravessar o baixo sem perder a dignidade chega ao alto com mais sabedoria.

“Acredite no movimento: a roda gigante não gira para te derrubar, mas para te ensinar que tudo é passageiro.” Essa compreensão muda tudo. Muda a forma como lidamos com o sucesso, com o fracasso, com o outro e conosco mesmos. Passamos a viver com mais equilíbrio, menos ansiedade e mais gratidão.

Os 365 dias não são apenas números no calendário; são convites diários à reflexão e ao recomeço. Cada dia é uma nova volta da roda. Alguns dias nos colocam no topo, outros nos ensinam a suportar a descida. O importante é não perder a esperança de que a volta por cima faz parte do percurso. “Se a vida está embaixo hoje, tenha esperança. A roda gigante não para de se mover, e o topo está apenas a meio caminho de distância.”

Que saibamos, ao longo do ano, respeitar cada estágio da roda. Que tenhamos coragem para embarcar, humildade para aprender no meio do caminho e sabedoria para enxergar do alto sem esquecer de onde viemos. Que a esperança gire mais rápido que os medos, as dores e as incertezas.

No fim das contas, viver é aceitar o movimento. É compreender que os altos e baixos não nos definem isoladamente, mas constroem quem somos ao longo do tempo. 365 dias, um ciclo, uma roda gigante: altos, baixos e a esperança sempre em movimento.

Por: Weber Negreiros
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