
O dólar fechou esta quinta-feira (29) em queda de 0,22%, cotado a R$ 5,194, o menor valor desde 28 de maio de 2024. O recuo ocorreu em um dia de ajustes no mercado financeiro, após a sinalização do Banco Central de que deve iniciar a redução da taxa básica de juros (Selic) a partir de março.
No geral, a moeda americana teve um pregão volátil. Pela manhã, chegou a ser negociada a R$ 5,166. No início da tarde, com a piora do humor no mercado internacional, subiu até R$ 5,216. Com a redução das tensões externas, voltou a cair e encerrou o dia em baixa.
No mercado de ações, a Bolsa também passou por ajustes. O Ibovespa abriu em alta e chegou a subir 0,9%, alcançando 186.337 pontos, mas virou para queda ainda antes do meio-dia, acompanhando o recuo das bolsas em Nova York. Ao final do pregão, o índice caiu 0,84%, aos 183.133 pontos.
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Apesar da queda no dia, a Bolsa segue em nível elevado. O Ibovespa acumula alta de cerca de 15% em janeiro e de quase 50% nos últimos 12 meses.
Ouro e petróleo
O ouro fechou em alta pela oitava sessão consecutiva e renovou recordes, impulsionado pela busca por ativos mais seguros em meio às tensões geopolíticas. O contrato para abril subiu 0,27% e encerrou cotado a US$ 5.354,80 por onça-troy.
Já os preços do petróleo subiram forte e atingiram o maior nível em quatro meses, diante de preocupações com um possível agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã. O barril do tipo Brent avançou 3,29%, para US$ 69,59.