FRATERNIDADE SEM FRONTEIRAS
Venezuelanos de abrigo fazem dia de acolhimento para a comunidade
Os venezuelanos queriam agradecer a acolhida da comunidade e buscam padrinhos para o Centro
Por Folha Web
Em 04/02/2018 às 15:01

O sábad, 03, no centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras, em Boa Vista, Roraima, foi marcante para os venezuelanos acolhidos e a comunidade que mora próximo ao local.

Em forma de agradecimento, os imigrantes venezuelanos ofereceram serviços comunitários para a vizinhança que os acolheu, assim que se mudaram.

Segundo a coordenadora do centro de acolhimento, Alba Gonzaléz, os vizinhos foram solidários com eles e por isso resolveram retribuir. Alba, que é venezuelana, também enfrentou a sofrida situação em seu país, até chegar no Brasil, há dois anos, caminhando pelo mato com um filho pequeno.

Doações de roupas, corte de cabelo, escova, manicure e pedicure, apresentação musical e dança com as crianças marcaram o dia cheio de fraternidade e alegria.

O centro de acolhimento é o primeiro no Brasil e foi construído em área doada de 50x100 metros quadrados. 100 barracas ampararam 100 famílias. A estrutura local conta com dormitórios familiares, redário, refeitório, lavanderia e banheiros coletivos. Uma sala de aula para atividades pedagógicas também funcionou com professores venezuelanos, moradores do centro.

O local sobrevive de doações e o custo mensal do centro fica em torno de 30 mil. A meta é chegar a 600 padrinhos, doando 50 reais para manter as refeições e condições básicas do local. Desde que foi lançada a campanha, já existem 240 apadrinhamentos.

O Centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras fica localizado na Rua HC 04, n° 1633, bairro Operário (atual Senador Hélio Campos). Boa Vista, Roraima.

Para mais informações sobre o centro: (67) 9 8132.9382.

 

 

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Larieu disse: Em 04/02/2018 às 18:16:50

"Tomara que de certo. Mas acho que devem ter padrinhos para o povo de Roraima também. Que estão há décadas abandonados, a mercê da compaixão daqueles que foram eleitos comprando estes mesmos infelizes. Vamos parar de hiproquisia. É um problema internacional, logo, a União, entenda Brasília, tem que assumir. Não mandem dinheiro pois será desviado, mas, assumam o controle. Pronto. Falei. Melhor Ja ir se acostumando. "