DIA D
Vacinação contra o Sarampo, saiba onde se vacinar
Governo de RR monta força-tarefa contra a doença
Por Folha Web
Em 10/03/2018 às 11:00
Campanha começa neste sábado e segue até o dia 10 de abril, em todo o Estado (Foto: Divulgação)

Neste sábado, 10, será o dia D da maior campanha de vacinação já realizada no Estado. O inimigo da vez é o sarampo.

Para combatê-lo, é preciso do apoio da população, pois a meta é vacinar todas as pessoas de seis meses a 49 anos de idade, entre brasileiros e imigrantes venezuelanos, que não tenham sido vacinados ou que não tenham cartão de vacina, número estimado em até 400 mil pessoas.

Serão 130 pontos de vacinação em todo o Estado, com o envolvimento direto de mais de 600 pessoas nas equipes de imunização. A campanha inicia neste sábado e segue até o dia 10 de abril.

Os municípios são os principais executores da campanha, mas, para ajudá-los, o Governo do Estado montou dez pontos de vacinação fixos e três equipes móveis para que se atinja a meta. Os postos funcionarão neste sábado das 8h às 17h sem intervalo para o almoço.

Os municípios do interior também terão, além dos postos de saúde, pontos volantes para vacinação nas vilas mais distantes das sedes.

Após o Dia D, a vacinação continua nos postos de saúde da capital. “Ao longo da campanha, novas estratégias serão traçadas para vacinar a maior quantidade possível de pessoas”, informou a coordenadora estadual de Vigilância em Saúde, Daniela Souza.

Ao final dos 30 dias de campanha, será realizada uma busca de casa em casa por pessoas não imunizadas, por meio das equipes da Estratégia Saúde da Família.

MOBILIZAÇÃO – Menos de um mês após o início do surto de sarampo em Roraima, o Governo do Estado conseguiu mobilizar municípios, Governo Federal e organismos internacionais de saúde para a maior campanha de intensificação vacinal já realizada em Roraima.

A campanha foi lançada na quarta-feira, 7, pela governadora Suely Campos, que, embora reconheça a grandiosidade do desafio, afirma que o Estado está preparado para esta batalha. “Não podemos deixar que Roraima sofra uma grande epidemia, por isso, precisamos que todos os municípios se envolvam nesta campanha para mobilizar toda a população”.

Governo garantiu todo o material necessário para a campanha, desde as doses e seringas para aplicação das vacinas, até camisetas, bonés, cartazes, faixas e outdoors para ajudar os municípios a mobilizar a população.

O Ministério da Saúde e a Opas/OMS (Organização Pan-americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde) estão dando total apoio à ação, incluindo a contratação de 60 vacinadores para apoiar os agentes municipais.

Confira os pontos de vacinação do Governo do Estado

Pontos fixos:

• Feira do Produtor – Avenida Glaycon de Paiva, São Vicente

• Supermercado Gavião – Avenida das Guianas, 13 de Setembro

• Grande Loja Maçônica – Rua Coronel Pinto, 384, Centro

• Praça Capitão Clóvis – Praça do Centro Cívico

• Supermercado Gavião – Avenida dos Garimpeiros, 332, Alvorada

• Sede do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) – Rua Dr. Luiz Brito Júnior, 27, Equatorial

• Praça Germano Augusto Sampaio – Rua Delman Veras, Pintolândia

• Feira do Pintolândia – Rua Pedro Aldemar Bantim, Silvio Botelho

• Rodoviária Internacional de Roraima – Avenida das Guianas, 1523, 13 de Setembro

• Centro de Ensino Kumon Centro – Avenida Sebastião Diniz, Centro 

Equipes Móveis:

• Ocupação no Pedra Pintada

• Ocupação no Cidade Satélite

• Abrigos para venezuelanos

AMS disse: Em 11/03/2018 às 19:01:06

"achei as reações adversas da vacina. Cuidados antes, durante e após a vacinação: Pessoas que usaram medicamentos imunossupressores devem ser vacinadas pelo menos um mês após a suspensão do uso do medicamento. Pessoas em uso de quimioterápicos contra câncer, ou outro medicamento que cause imunossupressão, só podem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento. Pessoas que receberam transplante de medula óssea só podem ser vacinadas de 12 a 24 meses após a cirurgia. É aconselhável evitar a gravidez por 30 dias após a vacinação. Mas caso a vacinação aconteça inadvertidamente durante a gestação, ou a mulher engravide logo depois de ser vacinada, não é indicada a interrupção da gravidez, pois o risco de problemas para o feto é teórico, por tratar-se de vacina atenuada. Não há relatos na literatura médica de problemas decorrentes desse tipo de situação. Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou. Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora. Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas. Efeitos e eventos adversos: As reações locais acometem menos de 0,1% dos vacinados e incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo. Febre alta (maior que 39,5?C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer em 5% a 15% dos vacinados. Algumas crianças podem apresentar convulsão febril, sem consequências graves. Em 0,5% a 4% dos vacinados também pode ocorrer dor de cabeça, irritabilidade, febre baixa, lacrimejamento e vermelhidão dos olhos e coriza cinco a 12 dias após a vacinação. Manchas vermelhas no corpo, sete a 14 dias após a vacinação, com permanência em torno de dois dias, surgem em 5% dos vacinados. Gânglios inchados aparecem em menos de 1% dos vacinados a partir de sete a 21 dias de vacinado. Todos estes sintomas gerais ocorrem principalmente após a primeira dose da vacina. Inflamação das meninges (meningite), em geral benigna, pode ocorrer entre o 11º e o 32º dia após a vacinação. Inflamação do cérebro (encefalite) pode surgir entre 15 a 30 dias após a vacinação em um a cada 1 milhão a 2,5 milhões de vacinados com a primeira dose. A associação da vacina com autismo foi totalmente descartada. Manifestações hemorrágicas (púrpura trombocitopênica) foi descrita na proporção de um caso para 30 mil a 40 mil vacinados, com evolução benigna entre 12 a 25 dias após a vacinação. Contudo, essa ocorrência contraindica outras doses da vacina tríplice viral. Dor articular ou artrite surge em 25% das mulheres após a puberdade, de um a 21 dias depois da vacinação. Essa reação é transitória, benigna e não contraindica outras doses da vacina. Inflamação das glândulas parótidas ocorre em 0,7% a 2% dos vacinados, de dez a 21 dias após a vacinação. A anafilaxia é muito rara e ocorre quase sempre nos primeiros 30 minutos depois de administrada a vacina. Nesse caso, contraindicam-se doses subsequentes. Onde pode ser encontrada: Nas Unidades Básicas de Saúde, duas doses para pessoas de 12 meses a 29 anos. Uma dose para adultos entre 30 e 49 anos. "

AMS disse: Em 11/03/2018 às 18:55:44

"Quais as reações adversas da triplice viral?"