PROBLEMAS DO ESTADO
Ruiz diz que situação exige conciliação e não ruptura
Por Folha Web
Em 05/02/2018 às 02:06
O deputado Joaquim Ruiz (Podemos): “Saída para o Estado não é o confronto e sim a busca por soluções” (Foto: Diane Sampaio)

Em entrevista ao programa Agenda da Semana, na Rádio Folha AM 1020, no domingo, 4, o deputado estadual Joaquim Ruiz (Podemos), da base de apoio a governadora Suely Campos (PP), na Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), pregou a conciliação entre os poderes. O parlamentar defende que todos trabalhem em conjunto para resolver os gargalos que impedem o bom funcionamento do serviço público, principalmente nas áreas de saúde e segurança. 

Ruiz ressaltou que a solução para os problemas do Estado não é o confronto entre os poderes, mas a busca por soluções. “Os dirigentes de poderes devem ter consciência de que é preciso refletir nesse momento de crise e olhar a parte mais interessada do jogo que é o cidadão, a pessoa que nasceu ou escolheu Roraima para viver, que depende da eficiência do poder público para sanar diversos problemas”, analisou.

O parlamentar afirmou que os principais problemas estão concentrados em dois setores: saúde e segurança pública. “Nossos hospitais, postos de saúde e demais unidades estão enfrentando problemas dada a excessiva demanda provocada pela imigração. Esse aumento prejudica também a segurança pública, que sofre com o aumento da criminalidade. Precisamos que todos trabalhem para garantir mais eficiência. As intrigas entre os poderes só prejudicam o cidadão”, detalhou.

Quanto ao possível pedido de impeachment contra a governadora Suely Campos, o deputado acredita que uma vez iniciado o processo, dificilmente a chefe do Executivo estadual escape. “Eu já disse a secretária do Trabalho e Bem-Estar Social e ao secretário de Planejamento, que uma vez iniciado, dificilmente o governo consegue reverter essa situação”, disse.

Ao analisar o período que o processo levaria, o deputado afirmou que seria concluído próximo às eleições. “Estamos em fevereiro. Qualquer decisão tomada antes da abertura do ano parlamentar, deve ser feita em seção extraordinária. Levado em conta o direito de ampla defesa, serão 10 sessões consecutivas somente para isso. Esse é um processo demorado, se iniciado agora, levaria 6 meses até a conclusão, quando já estaremos praticamente às vésperas da eleição”, disse.

Quanto aos vetos ao orçamento feitos pelo Executivo, o deputado afirmou que todos devem ser derrubados. “Manter os vetos é uma questão de consciência. O deputado Xingu viu isso, analisou tudo e discutiu tanto no executivo quanto no parlamento. Ele sabe e tem consciência de que é importante abrir um canal de negociação, sem desrespeitar a Lei Orçamentária Anual (LOA). Nós que fazemos as leis devemos cumpri-la”, pontuou.

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DIEGO disse: Em 05/02/2018 às 08:17:36

"OS PARLAMENTARES SÃO ELEITOS PARA REPRESENTAR O POVO...E NÃO PARA LEGISLAREM A SEU FAVOR... POIS COM TAIS FATOS QUEM PERDE É A POPULAÇÃO...ACABOU A ELEIÇÃO...ACABOU GRUPO A OU B...UM EXEMPLO DISSO É UM SENADOR COM MUITA FORÇA EM BRASÍLIA QUE POR SER DE OPOSIÇÃO...SE QUER DESTINA RECURSOS PARA SAÚDE...EDUCAÇÃO E ETC... AO GOVERNO...NO MEU PONTO DE VISTA NÃO SERVE PARA REPRESENTAR O ELEITOR...POIS TERIA RESPEITO DO POVO SE EXERCE-SE SEU PAPEL DE SENADOR E NÃO APENAS LIBERA-SE MUITA GRANA APENAS PARA PMBV ONDE ELE MANDA E DESMANDA! "