Política

Ministro afirma que não acusou Estado de desvio de verbas

Sobre a matéria “Governo rechaça acusações de Jungmann e estuda representação contra ministro”, o Ministério da Segurança Pública respondeu em nota que o ministro, Raul Jungmann, não afirmou que houve desvio de R$ 40 milhões do Fundo Penitenciário Nacional pelo Estado de Roraima.

As contestações das autoridades estaduais ocorreram durante entrevista ao programa Agenda da Semana, na Rádio Folha AM 1020, desse domingo, 26.

Os secretários de Justiça e Cidadania, coronel Paulo Santos Macedo, e de Relações Institucionais, Marcelo Lopes, contestaram as afirmações do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann,  que teria acusado o governo de Roraima de desviar de R$ 40 milhões do Fundo Penitenciário.

O que foi dito segundo o Ministério da Segurança Pública:“a Procuradoria Geral de Justiça respalda que indícios de um desvio parcial desse total impôs o bloqueio das verbas para a construção do novo presídio e a reforma do presídio agrícola [Penitenciária Agrícola de Monte Cristo]”, afirma o Ministério da Segurança Pública, ao acrescentar que o próprio bloqueio das verbas pela Justiça de Roraima, a pedido do Ministério Público Estadual, indica no mínimo, uso irregular de verbas federais e o agravamento da crise penitenciária no Estado.

“O próprio secretário de Justiça e Cidadania de Roraima, coronel Paulo Roberto Macedo, disse à Agência Brasil que cerca de R$ 3,5 milhões dos R$ 45 milhões do Fundo Penitenciário Nacional, repassados em dezembro de 2016 para o estado, não foram utilizados conforme as regras da Lei de Licitações e Contratos”, completou a nota enviada pelo Ministério da Segurança Pública.

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