NOVA ORLA
Quase 250 casas já foram negociadas e demolidas no Beiral
30 famílias recebem o aluguel social até que sejam contempladas com o Minha Casa Minha Vida e, 212 receberam indenização. No momento, há 63 casas em negociação
Por Folha Web
Em 25/10/2017 às 13:00
No local onde as casas estão sendo demolidas será construído o Parque do Rio Branco (Foto: Divulgação)

Quase 250 casas já foram negociadas e demolidas pela Prefeitura de Boa Vista para a construção do Parque do Rio Branco, que trata da revitalização da área de interesse social Caetano Filho, conhecida como “Beiral”.

Conforme a Prefeitura, o projeto está em plena execução e avança na fase das negociações e demolições de casas no local. Até o dia 20 deste mês, já haviam sido negociadas 242 casas. Destas, 30 recebem o aluguel social até que sejam contempladas com o Minha Casa Minha Vida e, 212 receberam indenização. No momento, há 63 casas em negociação.

“As negociações seguem avançando. Tudo está sendo feito obedecendo aos critérios jurídicos exigidos. Algumas famílias estão com dificuldade de finalizar a negociação por conta da ausência de inventário, pois a área já é ocupada há muito tempo e muitos proprietários já são falecidos”, disse o procurador do município, Leonardo Paradela.

Sobre a negociação – A Secretaria Municipal de Projetos Especiais, por meio do Programa Braços Abertos juntamente com a Procuradoria Geral do Município está analisando todos os processos para que os moradores possam ser amparados pela legislação e seja garantido tanto a eles, como ao município, uma negociação correta, justa e transparente.

Os moradores que ainda estão no local, na área que contempla o projeto, podem procurar o Cras São Francisco, localizado no bairro Calungá, para tirar todas as dúvidas pertinentes à revitalização, sejam elas de caráter jurídico, social e financeiro.

Projeto – O projeto de revitalização da área Caetano Filho contempla a elevação da avenida Sebastião Diniz, a canalização do córrego Caxangá, obra de macrodrenagem, ajuste do nível para prevenção de enchentes, instalação de equipamentos que promovam a atração do público e turística no local, marina flutuante, cortinas d’água, calçadão e espaço para construção de prédios administrativos. A previsão é de que o projeto comece a ser executado em janeiro de 2018, após toda tramitação do processo licitatório.

 

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