POLÍCIA
Três acusados de estupro são presos pela Polinter
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Por João Barros
Em 09/02/2018 às 00:44

A equipe da Delegacia de Polícia Interestadual (Polinter) da Polícia Civil prendeu três acusados de estupro. As ações ocorreram na segunda-feira, dia 5, e quarta-feira, dia 7. Os mandados são decorrentes de sentenças penais condenatórias com trânsito em julgado. 

No início da tarde da quarta-feira foi preso R. O. L., conhecido como Ramon 30 anos, no bairro Bela Vista, zona Oeste da Capital. Ele é condenado pelo juízo da Vara de Crimes de Tráfico de Drogas e de Organizações Criminosas à pena de seis anos e três meses de reclusão em regime inicial semiaberto, pela prática do crime de estupro na companhia de outros indivíduos, conforme art. 213 associado ao art. 226, ambos do Código Penal Brasileiro (CPB).

“Em 2010, enquanto estupravam uma jovem, Ramon e um comparsa, que conseguiu fugir, foram surpreendidos por seguranças de um clube militar no bairro Cidade Satélite [zona Oeste], de modo que Ramon, na tentativa de escapar da prisão, aplicou em um dos seguranças um golpe de jiu-jitsu chamado de chave de perna, causando-lhe lesão grave com debilidade permanente e por tal crime segue sendo processado”, explicou a polícia.

A segunda prisão ocorreu no final da tarde também do dia 7, na Comunidade Indígena da Ilha, região da Vila Passarão, zona Rural de Boa Vista, onde foi capturado o indígena da etnia Macuxi D. C. M., de 48 anos, vulgo Pato, o qual foi sentenciado pela Vara de Crimes Contra Vulneráveis à pena de nove anos de reclusão em regime inicialmente fechado pela prática do crime de estupro de vulnerável, como prevê art. 217-A do CPB.

Na tarde de segunda-feira, dia 5, a Polinter efetuou a prisão no bairro Caranã, ainda na zona Oeste da Capital, em desfavor de D. R. S., 25 anos, vulgo Gui, condenado pela Vara de Crimes Contra Vulneráveis à pena definitiva de nove anos e oito meses de reclusão, a princípio em regime fechado, também pelo crime de estupro de vulnerável.

Todos os presos colaboraram com as execuções das medidas, sem reagir. Depois de tomarem ciência da decisão judicial, eles foram submetidos a exames de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) e, posteriormente, encaminhados para a Cadeia Pública de Boa Vista (CPBV).

A Polícia Civil reforça que, qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro de foragidos da Justiça, poderá denunciar através dos telefones 190, 197 e celular (95) 99142-9017, diretamente com a Polinter. A identidade do denunciante será mantida em absoluto sigilo. (J.B)

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