NO AMAJARI
Instituto Federal vai abrir 120 vagas para Auxiliar de Agropecuária
Laboratório móvel da Rede e-Tec Brasil foi instalado na comunidade do Araçá
Por Folha Web
Em 01/11/2017 às 15:00
(Foto: Divulgação)

O Núcleo de Educação a Distância do Campus Amajari vai ofertar o curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) com 120 vagas para Auxiliar de Agropecuária, distribuídas em três polos: nas comunidades indígenas do Araçá e do Guariba e na sede do Município do Amajari. A duração é de 280 horas, com previsão de inicio ainda este ano.

Essa é primeira vez que o Nead oferece curso FIC. As inscrições ocorrem em novembro: no dia 6, na Escola Estadual Indígena Tuxaua Raimundo Tenente, no Araçá; no dia 8, na Escola Estadual Ovídio Dias, sede do Amajari; e no dia 10, na Escola Estadual Indígena Manoel Horácio, no Guariba.

Os candidatos devem apresentar cópia e original do RG, do CPF, do comprovante de residência e do Histórico Escolar.

Para se candidatar a uma das 40 vagas de cada polo, o candidato deve ter no mínimo o ensino fundamental II incompleto (antigo de 5.ª a 8.ª séries). De acordo com a coordenadora do Nead-CAM, Ediléia Sousa, as aulas vão ocorrer de segunda a sexta-feira, com professores do próprio campus.

O diretor-geral do CAM, George Sterfson Barros, acompanhou, nesta terça-feira, 31, a instalação do laboratório móvel da Rede e-Tec Brasil, que estava em Boa Vista, na Comunidade do Araçá, onde permanecerá até a finalização do curso FIC. O laboratório funciona em um contêiner, o que permite ser transportado e deixado nos polos da EaD.

Conforme Sterfson, nas reuniões das comunidades indígenas de que ele participou, havia um pedido dos tuxauas para que o IFRR levasse cursos de capacitação para as comunidades.

“A coordenação do Nead fez o levantamento da demanda dos cursos, ouviu a comunidade, e esse curso de Auxiliar de Agropecuária foi a demanda identificada”, explicou.

A realização do curso é um compromisso institucional da gestão, que buscou a viabilidade consultando os docentes da própria unidade, que se dispuseram a contribuir.

“O curso foi pensado respeitando os arranjos produtivos locais, e, como não temos programa de fomento para arcar com as despesas, vamos investir recursos próprios, pois entendemos que a formação dessa mão de obra é uma forma de contribuir para o desenvolvimento regional”, frisou o diretor.

(Foto: Divulgação)
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