ORÇAMENTO EM DISCUSSÃO
Governo e Assembleia tentam negociação do duodécimo atrasado antes de votação
Suely Campos foi à Assembleia tratar do orçamento do Estado e pedir paciência aos deputados em relação ao duodécimo
Por Folha Web
Em 20/12/2017 às 01:20
Deputados também foram ao Palácio Senador Hélio Campos discutir o Orçamento 2018 (Foto: Arquivo/Folha)

A governadora Suely Campos esteve na Assembleia Legislativa na manhã desta terça-feira, 19, para tratar sobre o orçamento do Estado com os deputados estaduais.

Em nota, a Secretaria de Comunicação do Governo de Roraima informou que a chefe do Executivo estadual explicou aos deputados a impossibilidade de conceder aumento no orçamento dos poderes acima do percentual previsto legalmente e solicitou que, durante a votação, seja mantido o reajuste já inserido nos cálculos da divisão dos recursos do duodécimo na Lei Orçamentária Anual (LOA).

“Diante da grave crise econômica que assola o país desde 2015, que compromete o orçamento de Roraima, cuja dependência das transferências federais é de 80%, a chefe do Executivo reforçou que qualquer aumento acima do permitido por lei compromete severamente o orçamento do Estado”, disse a nota.

Os parlamentares ouvidos pela Folha têm outro discurso. Eles afirmam que o Orçamento não tem prazo para ser votado e que o Governo deve 37 milhões para a Assembleia de duodécimo atrasado e tentou uma negociação.

“Eles querem pagar R$ 25 milhões agora e R$ 10 milhões em janeiro, ficando em restos a pagar. Isso ainda está sendo negociado e está sendo muito difícil negociar ou defender, pois o Estado deve a municípios, aos poderes e ninguém sabe o que pode acontecer nas próximas semanas no Estado. Os deputados estaduais querem as emendas executadas e vão colocar em programas de governo, mas mesmo assim o Estado não vai conseguir executar as emendas”, disse um deputado ouvido pela Folha.

O líder do governo na Assembleia, deputado Brito Bezerra (PP), disse que a reunião foi importante para esclarecer que o Estado não quer descumprir a Lei. “No mais foi definido que quando os recursos forem chegando vamos honrar o duodécimo para que as demandas sejam atendidas para evitar demanda judicial bloqueando contas”, concluiu.

Manuel disse: Em 20/12/2017 às 08:29:11

"Novamente esta história...."

disse: Em 20/12/2017 às 08:13:51

"sim, esse estado não tem dinheiro para pagar nada tudo tem que ser verba federal e o dinheiro dos impostos altissimo que a população paga vai pra onde. "

Flavia Bitte disse: Em 20/12/2017 às 08:03:19

"Paciência? Os servidores também precisam ter paciência para receber seus salários, 13º, férias e mais, terem o nome negativado junto ao mercado por crime cometido pelo governo em descontar e não repassar às financeiras os valores dos empréstimos. Mas uma pergunta: os filhos dela que possuem participação em mais de 90% dos contratos realizados com o Estado, podem ter paciência para esperar o pagamento das faturas? Claro que não né. porque quando a ordem chega na controladoria do estado, tem que liberar rápido (e com vistas grossas) para a SEFAZ pagar o dinheiro dos pobres meninos. "

Mohammed Pataxó disse: Em 20/12/2017 às 06:13:11

"Má gestão do (des)governo do povo gerando problemas e mais problemas. Dinheiro par se gastar em festas tem."

misael carvalhedo disse: Em 20/12/2017 às 05:59:36

"Se e a governadora quiser reduzir as despesas do estado ela tem como fazer, mais, não existe vontade política para isso. Ela deveria extinguir as cinco secretarias extraordinárias, a secretaria de articulação municipal ( São Paulo, com quase oitocentos municipios não tem), a ouvidoria (que não ouve ninguém), a codesaima (hoje, um legítimo elefante branco) todos esses órgãos são, simplesmente, cabide de emprego!"

Aramis disse: Em 20/12/2017 às 03:36:09

"Estado em crise financeira?????? E o show da Roberta Miranda???"