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    20/09/2012 15h34

Consumidor reclama de propaganda enganosa em supermercados de BV


   

Em tempos de crise, a promoção é uma estratégia para atrair clientes. E todos os dias elas são veiculadas na mídia apresentando produtos com preços atrativos. Mas, conforme relatos de leitores enviados à Folha, muitas dessas propagandas são enganosas, ou seja, apresentam um preço, mas na hora da compra o consumidor tem que pagar outro valor ou não tem o produto mostrado na promoção.

“Saiu uma propaganda de promoção nos meios de comunicação. Interessei-me por dois em particular: um DVD e cadeiras plásticas. Fui ao supermercado bem cedo, no primeiro dia da propaganda. Chegando lá, procurei o DVD e o atendente do local falou que já tinha acabado a promoção. Dias depois, saiu outra propaganda e, desta vez, me interessei por um ventilador. Pela manhã bem cedo, fui ao supermercado e a notícia que tive é que a promoção havia terminado. Aí perguntei: mas como, se a promoção foi veiculada na noite anterior?’”, narrou o professor S.P.

Para Pedro Pinto, diretor do Procon Estadual, vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), o consumidor deve ficar atento ao período da promoção e, em caso de propaganda enganosa, o cliente deve se munir de provas e fazer denúncia nos órgãos fiscalizadores. “Cada caso é único. O consumidor tem que aprender a denunciar e cobrar seus direitos”, disse.
Ele afirmou que é comum também o cliente ver na promoção um produto por determinado preço, mas na hora da compra existe outro. Nesse caso, prevalece o menor preço.

O advogado Frederico Leite também reforçou que o ideal é o consumidor fazer fotos da etiqueta do produto ou do encarte da promoção, pois se ele fizer a compra por um preço que não condiz com a promoção, o consumidor pode entrar com ação na Justiça para uma possível indenização. “Se a empresa conseguir corrigir o erro antes, não há necessidade disso”, frisou.

Outra situação levantada é a troca de preço dos produtos. Na prateleira apresentam um preço, mas o sistema é registrado com outro. Jadir Corrêa, presidente da Associação Comercial e Industrial de Roraima (Acir), disse que muitas vezes o cliente usa de má-fé para pagar um valor mais baixo e acaba trocando a etiqueta do produto.

Para esse tipo de problema a solução é investir em câmeras de segurança para monitorar a rotina do estabelecimento. “O empresário que não tiver funcionários para fazer esse tipo de monitoramento, deve investir em câmeras de segurança”, ressaltou.

 





 

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