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    20/09/2012 15h00

Plano de ação de saúde às reeducandas é elaborado


   

O Plano de Ação de Saúde Prisional Feminino está em fase construção. A proposta faz parte da implantação da Rede Cegonha no estado. Uma das propostas é oferecer serviços de atenção básica às reeducandas, com a implantação de uma unidade de saúde na Cadeia Pública Feminina. O plano é elaborado pela Secretaria Estadual de Saúde Roraima (Sesau), Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) e Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

O documento terá de ser pactuado até o fim deste ano. No momento, a Secretaria de Saúde está fazendo levantamento do material. “Discutiremos sobre as atribuições de cada secretaria para definirmos quem fornecerá os materiais, pessoal para administrativo e profissional de saúde”, conta a gerente do Núcleo de Ações Programáticas de Saúde da Mulher, Deisdry Melo.

A ideia é fornecer os serviços de atenção básica às mulheres, como consultas de pré-natal de baixo risco, controle do câncer cérvico-uterino e de mama, distribuição de métodos contraceptivos mediante consulta médica ou de enfermagem para a escolha do método mais adequado a cada mulher, oferta de exames laboratoriais, entre outros serviços.

Desta forma, a assistência à mulher interna será integral. Em relação à saúde sexual e reprodutiva, elas receberão assistência ginecológica de rotina para prevenção de câncer cérvico-uterino e de mama, prevenção DST-HIV, assistência à contracepção, à gravidez, ao parto, ao abortamento, ao puerpério, ao aleitamento materno e à situação de violência sexual.

Segundo a gerente do Núcleo de Ações Programáticas de Saúde da Mulher, Deisdry Melo, quando a paciente precisar de um serviço de alta complexidade ou que não seja ofertado dentro da cadeia, ela será encaminhada a uma unidade de referência. “O plano está em fase de elaboração. Nesse período, ele pode sofrer modificações”, informa.

Um dos objetivos da Rede Cegonha é garantir a qualidade dos serviços do SUS às gestantes desde o momento da confirmação da gravidez, durante o parto e até os dois primeiros anos de vida da criança. Com isso, o estado pretende dar assistência humanizada as pacientes.

Por meio da Rede Cegonha, o Estado deve garantir o acolhimento com avaliação e classificação de risco, garantia de vinculação da gestante à unidade de referência ao transporte seguro e, ainda, a garantia de boas práticas. Tudo para oferecer cada vez mais conforto aos pacientes que utilizam os serviços do SUS.

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