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    15/09/2012 11h00

Estado realiza monitoramento rápido de cobertura vacinal


   


O Estado iniciou trabalho de monitoramento rápido de cobertura vacinal. Para isso, os municípios de Roraima, juntos, farão 2.275 entrevistas em crianças menores de 5 anos e maiores de 6 meses. Com isso, será avaliada a situação vacinal das crianças pós-campanha de multivacinação.

Somente em Boa Vista, serão 1.300 crianças entrevistadas. Em Bonfim será 150, Rorainópolis e Caracaraí 100, cada um. Já Alto Alegre, Caroebe e Mucajaí farão 225, sendo 75 cada. Iracema, Normandia, Pacaraima, São João da Baliza, São Luiz do Anauá, Uiramutã, Amajari e Cantá farão a mesma quantidade de entrevista, isto é, 50. O monitoramento deve encerrar no dia 21 de setembro.

Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI), Karla Cristina Guimarães, apenas as crianças que tiverem a caderneta de vacinação serão entrevistadas. Caso o agente identifique falhas no cartão, elas serão vacinadas. Ou seja, haverá, além do monitoramento, um trabalho imunização. “Estarão disponíveis todas as vacinas para crianças”, informa.

Assim, a forma de vacinação das crianças durante as entrevistas será semelhante a da campanha de multivacinação, ou seja, as crianças, que estão iniciando o calendário vacinal, receberão a vacina injetável contra a pólio e a pentavalente, que reúne em uma só dose a proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, haemophilus influenza tipo B e hepatite B).

 Além da pentavalente, a criança mantém os dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro a partir dos 12 meses e, o segundo reforço, entre quatro e seis anos. Os recém-nascidos continuam a receber a primeira dose da vacina contra hepatite B nas primeiras 12 horas de vida para prevenir a transmissão vertical.

Karla informou que o Estado pretende aumentar a imunização da população para garantir a manutenção do estado para a eliminação de doenças, como a poliomielite e o controle da tuberculose, sarampo e rubéola. Assim, o Estado contribuirá com a redução da incidência de doenças imunopreviníveis no país.

Os dados das entrevistas serão repassados ao Datasus. As informações serão utilizadas pelo Ministério da Saúde (MS) para definir ações de vacinação e até mesmo melhorar as coberturas vacinais e a homogeneidade de vacinações. “No geral, uma homogeneidade de 70 a 80% é considerada de nível bom”, diz.    
          
Independente das campanhas, as famílias precisam ter consciência do quanto a vacina é importante para a criança, pois, com a vacina, o sistema imunológico da pessoa desenvolve anticorpos para combater a doença em caso de exposição futura. Por isso, a população deve manter atualizada a carteira de vacinação, em especial das crianças. Assim, com a pessoa imunizada, evita-se a transmissão de doenças e protege à comunidade.

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