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    07/08/2012 15h02

Seame é coordenado pelo gabinete da vice-prefeita


   

O Serviço de Apoio à Mulher (Seame) está vinculado à Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para Mulheres do gabinete da vice-prefeita Suely Campos, conforme o Decreto nº 130/E de 30 de julho, publicado no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (6), que institui e determina a competência e estrutura de funcionamento do Seame, inaugurado no dia 30 de maio deste ano.

 A execução dos serviços é realizada por uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, psicólogos e profissionais da área jurídica. Segundo o Decreto, o objetivo do Seame é acolher mulheres em situação de violência, orientando-as sobre os diferentes serviços disponíveis para a prevenção, apoio e assistência em cada caso.

Além de promover atendimento especializado e continuado às mulheres em situação de violência; articular os meios que favoreçam a inserção da mulher vitimizada no mercado de trabalho e em programas de capacitações para o trabalho.

“As estatísticas mostram que a violência doméstica atinge muitos lares e é um mal enfrentado por muitas mulheres. O Seame é uma forma de defender os direitos de inúmeras mulheres e levar ajuda em todas as áreas”, disse Marília Pinto.

O Seame faz parte do 1º Plano Municipal de Políticas Públicas para Mulheres, idealizado pela vice-prefeita do Município, Suely Campos.  O Serviço presta atendimento gratuito às mulheres envolvidas em violência doméstica e familiar, seja física, psicológica, moral e sexual.

“Estamos unindo forças para desenvolvermos uma política de atuação forte em
relação às mulheres. O Seame é uma grande ferramenta que a Prefeitura
disponibiliza para aquelas que precisam de ajuda, que sofrem com a
violência doméstica, um grande mal que está presente em muitos lares de Boa Vista”, disse Suely Campos, vice-prefeita.

O Seame funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na avenida dos Bandeirantes, nº 64, bairro Pricumã.

ORIENTAÇÕES À MULHER – Agora qualquer pessoa pode denunciar o agressor à polícia. A Lei Maria da Penha pode ser aplicada mesmo que a mulher agredida não denuncie a violência. Dentre as orientações às mulheres vítimas de agressão doméstica está a quebra do silêncio. Ou seja, a vítima deve procurar a Delegacia de Defesa da Mulher ou qualquer outro serviço de
acolhimento e combate à violência doméstica.

Se possível, deve levar os documentos pessoais, pedir ajuda aos familiaresou amigos, deixar os filhos em lugar seguro ou levá-los junto, e buscar orientação quanto aos direitos para verificar a possibilidade de afastamento do agressor por meio de medida protetiva judicial.
 

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