Para avaliar o controle da malária no Estado, os responsáveis dos 15 municípios se reúnem na 20ª Reunião Estadual de Avaliação do Programa de Controle da Malária, promovida pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O encontro acontece na próxima quarta-feira (20), e segue até sexta-feira, 22, no auditório da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, a partir das 9h.
A reunião é voltada aos secretários e gerentes municipais, representantes da atenção básica e representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas Yanomami e do Leste. O evento é uma iniciativa do Núcleo Estadual de Controle da Malária.
Duas vezes por ano acontece a reunião, sendo esta a primeira. O objetivo é avaliar as metas pactuadas nos municípios para o controle a malária, o repasse da situação atual do estado no combate e controle a doença e elaborar com os municípios, novas estratégias preventivas para o semestre seguinte.
Após a abertura oficial da reunião, a palavra ficará com o gerente do Núcleo Estadual de Controle da Malária, Jonas Monteiro, que vai explanar sobre a situação atual da doença em todo o Estado. Em seguida, será a vez de debater sobre a situação entomológica e a qualidade do diagnóstico de malária.
Ainda no primeiro dia, na parte da tarde, será avaliada a situação dos laudos malarígenos dos últimos semestres. Além do trabalho realizado nas comunidades indígenas yanomami. A apresentação ficará a cargo de representantes dos dois Distritos Sanitários Especiais Indígenas, o DSEI/Yanomai e o DSEI/Leste.
Na quinta-feira (21), o dia ficará reservado para os municípios apresentarem a situação atual epidemiológica, com o tempo de 20 minutos cada um. E com mais 20 minutos ocorrerão os debates entre os participantes sobre a realidade apresentada.
Já no último dia de reunião (22), as atividades encerram ao meio dia após as apresentações dos trabalhos de grupo e as considerações. Ao final, será feito o relatório sobre as necessidades apresentadas de todos os municípios. É de praxe enviar o documento tanto ao secretário estadual de saúde quanto ao Ministério da Saúde (MS).