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Polícia                


Garota de 15 anos foge de casa e acusa padrasto de abuso sexual


Data: 01/09/2014

Foto:  

A garota, ao fugir de casa, correu em direção à praça Augusto Germano Sampaio, no bairro Pintolândia, onde recorreu aos guardas municipais que estavam

DANIELA MELLER
Editoria de Polícia

Mais um possível caso absurdo de violência sexual é registrado em Boa Vista. Uma menina de 15 anos, que disse à Polícia ser molestada sexualmente pelo padrasto desde os três anos de idade, resolveu fugir de casa e pedir ajuda a uma guarnição da Guarda Municipal (GM), de plantão na praça Augusto Germano Sampaio, no bairro Pintolândia. O pior de tudo é que conforme o que ela declarou, a mãe tem total conhecimento e participaria das orgias.

De acordo com o relatório policial, a jovem procurou a equipe da Guarda por volta das 21h10 da última sexta-feira, dia 29. Em seguida, o caso foi encaminhado ao Plantão Central II da Polícia Civil.

Segundo a vítima, o acusado, que já convivia maritalmente com a mãe, acariciava-a por todo o corpo e, na medida em que ela foi crescendo, molestava-a de outras maneiras. Mas o tempo foi passando, e quando ela completou 10 anos, disse que teria perdido a virgindade, quando ele, de fato, consumou o ato.

No ano passado, em uma das vezes que estaria sendo estuprada pelo padrasto, ela disse que a mãe os teria flagrado, mas nada teria feito. “Ela agiu normalmente e nem com raiva ficou dele”, declarou a garota às autoridades policiais. 

Dentre os absurdos, a jovem relatou que desde o dia em que foram flagrados, quase todos os dias seria obrigada a transar com o padrasto na presença da mãe dela. “Ele faz com ela e depois comigo, ou vice versa. E ficamos nus uns na frente dos outros”, relatou.

A garota denunciou também que tem uma irmã, hoje com 12 anos, que há pelo menos quatro anos também seria violentada pelo padrasto. A diferença é que ela mora com a avó e que os abusos ocorreriam quando a menina vai para a casa da mãe.

Questionada pela autoridade sobre o porquê de ela nunca tê-lo denunciado, a vítima explicou que sofria ameaças do acusado. “Ele prometeu que nunca mais eu iria ter contato com ninguém da minha família, nem minha irmã ou meu pai, além de ameaçar me bater. Um dia, por ciúmes do meu ex-namorado, trancou-me dentro de casa e agrediu-me. Ele não me deixa ter contato com nenhum amigo homem”, relatou, dizendo não aguentar mais viver na casa, sendo obrigada a transar com ele e na presença da mãe. “Quero morar com meu pai, por isso fugi de casa”, declarou.
 

 

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